Author Archives: suporte-bt

III Trilha Noturna no Parque da Diversidade

O Parque da Biodiversidade realizará a III Trilha Noturna dia 28 de agosto (sexta-feira) às 19h. Em comemoração ao dia internacional da qualidade do ar (07) e do combate ao fumo (29), a caminhada terá como proposta relacionar os benefícios que a natureza oferece contra a poluição ambiental e mal à saúde.

Os participantes realizarão a trilha 2, que conta com percurso de 2,5km, intitulada “Caminhos da Biodiversidade”, trata-se de uma trilha longa de aproximadamente 2h, permeia áreas de grande relevância do parque, como a Zona Intangível. Todos os visitantes farão a trilha acompanhados por monitores ambientais que interpretarão o ambiente, estimulando a percepção e a sensibilização ambiental, através de assuntos relacionados, tais como, melhoria da qualidade de vida com a prática de atividades ambientais, ameaças a qualidade do ar e medidas mitigatórias, áreas verdes X ambiente urbano, entre outros. Ao final da trilha, os participantes voltarão ao centro de visitantes para encerramento e avaliação do evento. O término das atividades está previsto para às 22h.

Para participar do evento o interessado deverá se inscrever pelo e-mail parquebio@portalideas.org.br  ou telefone (015) 3293-1103.

O Parque da Biodiversidade localiza-se à Avenida Itavuvu, nº 11500, bairro Altos do Itavuvu (próximo ao Parque Tecnológico).

VIII SMAI – SEMANA DE MEIO AMBIENTE INTEGRADA

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, o IDEAS – Instituto de Desenvolvimento Ambiental Sustentável e a Prefeitura Municipal de Capão Bonito realizaram nos dias 8 a 13 de junho de 2015, a VIII SMAI – Semana do Meio Ambiente Integrada “Um solo saudável para uma vida saudável”, contando com a parceria de várias instituições que trabalham em prol do município para atender toda a população.

Durante a semana, palestras e debates aconteceram no Centro de Convenções “Joel Humberto Landim Stori” (Praça Cunha Bueno) nos períodos da manhã e da tarde e ainda houve exibição de vídeos socioambientais no Cinema Municipal, localizado na Escola Municipal Dr. Oscar Kurtz Camargo.

 

DIA 8 DE JUNHO

O evento iniciou-se às 9h com abertura oficial e composição da mesa pelas seguintes autoridades: Prefeito Júlio Fernando Galvão Dias, Presidente da Câmara Municipal dos Vereadores Matheus Francatto, Secretário de Agropecuária, Abastecimento e Meio Ambiente Marcelo Varella, Diretora da Secretaria de Educação Maria Luiza de Freitas, Diretor de Meio Ambiente Reinaldo José Daniel Jr., Secretário Executivo do IDEAS Paulo Henrique da Silva Queiroz e a Educadora Ambiental do IDEAS Isabella Baroni.

Após todos os pronunciamentos, iniciou-se a palestra sobre “Diretivas do programa Município VerdeAzul e certificação ambiental”, ministrada pelo diretor de Meio Ambiente e interlocutor do programa no município, para estudantes da Escola Municipal Faustino Cesarino Barreto.

No período da tarde, houve exibição do vídeo “Uma chance para o futuro”, curta-metragem que compõe o acervo de vídeos do Circuito Tela Verde (Ministério do Meio Ambiente), para debater o tema dos resíduos sólidos, seus problemas sociais e ambientais e a consciência que cada indivíduo deve ter para ajudar a conservar o meio ambiente, e também a animação “Man”, de Steve Cutts, para debater consumismo e descarte de materiais no ambiente.

 

Fotos: Abertura do evento no Centro de Convenções “Humberto Joel Landim Stori”:
 

Abertura do evento no Centro de Convenções “Humberto Joel Landim Stori”   Abertura do evento no Centro de Convenções “Humberto Joel Landim Stori”

 

DIA 9 DE JUNHO

Durante todo o dia estiveram reunidos no Centro de Convenções representantes interlocutores do programa Município VerdeAzul em reunião de capacitação.

No mesmo dia, o IDEAS esteve na EMEF Prof. Heros Alciati, no município de Ribeirão Grande. Para os alunos de 1° a 4° anos foi exibido o vídeo “Turma da Mônica em: Um plano para salvar o planeta”, que levanta pontos para discussão como reciclagem, poluição, consciência ambiental e atitudes positivas para o Meio Ambiente, de forma lúdica e dinâmica para a idade. Para os alunos de 5° ano foi ministrada a palestra “Um solo saudável para uma vida saudável”, retratando a formação do solo e sua importância na cadeia alimentar, produção de alimentos, atividades socioeconômicas, entre outros. Foram atingidos aproximadamente 150 alunos.

 

Fotos: Exibição do vídeo “Turma da Mônica em: Um plano para salvar o planeta” para alunos de 1° a 4° ano da escola municipal Prof. Heros Alciati, Ribeirão Grande.:
 

01 1   01 2
01 3   01 4

 

DIA 10 DE JUNHO

No Centro de Convenções a Secretaria de Agropecuária de Ribeirão Grande ministrou palestra sobre “Importância da coleta seletiva” aos alunos da Escola Municipal Dr. Oscar Kurtz Camargo.

Neste dia, o IDEAS esteve presente na escola estadual André Franco Montoro, no bairro rural Turvo dos Almeidas, com alunos do ensino médio. Foi ministrada a palestra “Um solo saudável para uma vida saudável” a aproximadamente 90 jovens.

 

Fotos: Palestra “Um solo saudável para uma vida saudável” com estudantes de Ensino Médio da Escola estadual André Franco Montoro, bairro Turvo dos Almeidas:
 

01 1   01

 

DIA 11 DE JUNHO

A palestra “Um solo saudável para uma vida saudável” foi novamente ministrada aos alunos da escola municipal Maria da Conceição Lucas Mieldazis, ministrada por Isabella Baroni, educadora ambiental do IDEAS.

No período da tarde, houve exibição do vídeo “Uma chance para o futuro”, curta-metragem que compõe o acervo de vídeos do Circuito Tela Verde (Ministério do Meio Ambiente), para debater o tema dos resíduos sólidos, seus problemas sociais e ambientais e a consciência que cada indivíduo deve ter para ajudar a conservar o meio ambiente, e também a animação “Man”, de Steve Cutts, para debater consumismo e descarte de materiais no ambiente, para os alunos de 9° ano.

 

Fotos: Palestra no Centro de Convenções aos estudantes da escola municipal Maria da Conceição Lucas Mieldazis.:

 

01   01 1
01 2   01 3

 

Fotos: Exibição dos vídeos socioambientais no cinema da escola municipal Dr. Oscar Kurtz:
 

01 4   01 5
01 6   01 7

 

DIA 12 DE JUNHO

No período da manhã houve mutirão de limpeza com os jovens do CASE II no Parque das Águas em Capão Bonito e à tarde palestra “CSI – Iniciativa de Sustentabilidade do Cimento”, ministrada por Michele de Souza, colaboradora da Votorantim Cimentos S.A.

 

DIA 13 de JUNHO

Durante a manhã de sábado, na praça Rui Barbosa, centro de Capão Bonito, o IDEAS e diversas outras entidades reuniram-se para expor seus trabalhos para o encerramento da VIII SMAI – Semana de Meio Ambiente.

O evento contou com a presença do IDEAS expondo materiais relacionados ao solo, tais como descritos a seguir:
– Rochas de diversas origens de formação, identificadas;
– Exposição educativa simulando a importância da preservação da vegetação original de um determinado local;
– Minhocário, evidenciando a importância das minhocas na manutenção da saúde do solo, sua adubação e aeração;
– Amostras de solos para que a população diferenciasse de acordo com textura, cor, granulosidade, capacidade de retenção de água e outras evidências descritas por quem participou da atividade;
– Distribuição de “bola de sementes”, contendo sementes de árvores nativas de 10 espécies distintas, tais como Pau viola (Cyntharexyllum myrianthum), Araçá goiaba (Psidium longipetiolatum), Vassoura vermelha (Dodonaea viscosa Jacq.), Mandiurana (Senna macranthera), Embaúba (Cecropia pachystachya), Chal – chal (Allophylus edulis), Araticum liso (Annona coriacea Mart.), Manacá da serra (Tibouchina mutabilis), Tamanqueiro (Aegiphila sellowiana) e Araticum cagão (Annona canans). O objetivo da distribuição destas bolas de sementes é

que a população se conscientize a respeito do reflorestamento. Um pequeno gesto de jogar a bola de sementes ou plantá-la, já ajudará a natureza.
A APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) expôs os grãos e produtos cultivados na Estação Experimental, Floresta Nacional de Capão Bonito, Rede para cidadania expondo os trabalhos artísticos produzidos, SABESP, disponibilizando os bebedouros para consumo de água na praça, Votorantim Cimentos expondo amostras de solos, manuseando extintores e fazendo demonstração, Vigilância Sanitária falando sobre a dengue e seu combate e apresentação musical das crianças assistidas pelos Legionários na Defesa do Menor. O evento contou com cerca de três mil pessoas e foi importante para que os munícipes de Capão Bonito e região sejam

 

Fotos: Encerramento da VIII SMAI com evento na praça Rui Barbosa:
 

[widgetkit id=825]

Curso Turismo Rural

No dia 25 de maio de 2015 foi realizado no auditório do IDEAS, no Centro de Referência Ambiental, o curso de Turismo Rural, oferecido pelo Sindicato Rural de Capão Bonito em parceria com o SENAR e com o apoio do IDEAS. A instrutora Fani esteve reunida com os alunos realizando a primeira parte do curso, sendo esta teórica.

O foco do curso é ampliar a visão sobre o Turismo Rural em pequenas propriedades, bem como capacitar os alunos a desenvolverem este tipo de trabalho. A segunda parte é a prática, em que os alunos realizarão o trabalho de campo.

 

01 01 2 01 1

 

Confira todas as fotos aqui

Oficina de Planejamento Participativo da Floresta Nacional de Capão Bonito

O auditório do IDEAS recebeu no mês de maio a Oficina de Planejamento Participativo da Floresta Nacional de Capão Bonito no Centro de Referência Ambiental de Capão Bonito.

A oficina foi realizada nos dias 20 e 21, contando com a participação de representantes da sociedade civil organizada, proprietários rurais do entorno, universidades, empresas, assim como representantes do ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e outras partes interessadas.

Os moderadores Carlos Henrique Velasquez Fernandes (ICMBio – Brasília) e Ofélia de Fátima Gil Willmersdorf (ICMBio – Floresta Nacional Ipanema) conduziram os dois dias de encontro, onde foram apresentados pontos como apresentação da Floresta Nacional, conceitos sobre Unidade de Conservação e Plano de Manejo. Também foram realizadas análise da situação atual com levantamento de pontos fracos e fortes da UC, análises do contexto com identificação de ameaças e oportunidades.

Após identificação dos fatores e finalização do diagnóstico, foram elaboradas em conjunto propostas de Ações de Manejo indicando potenciais parceiros, apresentação das propostas, traçadas diretrizes estratégicas (missão e visão de futuro), apresentação da proposta de zoneamento, proposta de Zona de Amortecimento e Indicativos de normas. Com isso a oficina foi avaliada e encerrada.

 

01 1

01

Meliponário do PNMCBio

Em comemoração ao dia da Biodiversidade e do Apicultor (22 de maio) a equipe de educação ambiental do Parque da Biodiversidade realizou um plantio de árvores e plantas de espécies melíferas, que tem como função atrair e prover alimentos para as abelhas. Pensando nisso, a área que abriga o Meliponário foi enriquecida com este plantio, que contou com a participação dos estudantes atendidos pelo Roteiro Educador da Prefeitura Municipal de Sorocaba.

As abelhas indígenas sem ferrão, ou meliponíneos, são encontradas exclusivamente nas regiões tropicais e subtropicais do mundo. No Brasil, mais de 300 espécies já foram descritas, e estima-se que existam cerca de 800 espécies (J.M.F. Camargo & S. Pedro, comunicação pessoal). Como quase todas as outras espécies de abelhas, as abelhas indígenas sem ferrão coletam seu alimento nas flores: pólen, fonte de proteínas, e néctar (fonte de açúcares).

O néctar é depois transformado em mel dentro da colônia. Existem algumas exceções, como a abelha limão (Lestrimelitta), que não coleta seu próprio alimento, roubando-o das colônias de outras espécies, e algumas espécies necrófagas, isto é, que se alimentam de carniça (como por exemplo, Trigona hypogea).

O Parque da Biodiversidade encontra-se à Avenida Itavuvu, n° 11.500, bairro Altos do Itavuvu, e está aberto a visitação de terça a domingo, das 8 às 17h. Venha conhecer algumas das espécies de abelhas nativas em nosso Meliponário!!!

 

[widgetkit id=704]

Divulgados novos dados sobre o desmatamento da Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgaram hoje, Dia da Mata Atlântica, em entrevista coletiva, os novos dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, no período de 2012 a 2013. O levantamento foi apresentado por Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora do Atlas pela organização; Flávio Jorge Ponzoni, pesquisador e coordenador técnico do estudo pelo INPE, e Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação. A iniciativa tem o patrocínio de Bradesco Cartões e execução técnica da Arcplan.

O estudo aponta desmatamento de 23.948 hectares (ha), ou 239 Km², de remanescentes florestais nos 17 Estados da Mata Atlântica no período de 2012 a 2013, um aumento de 9% em relação ao período anterior (2011-2012), que registrou 21.977 ha.

A taxa anual de desmatamento é a maior desde 2008, cujo registro foi de 34.313 ha. No período 2008 a 2010, a taxa média anual foi de 15.183 hectares. No levantamento de 2010 a 2011, ficou em 14.090 ha.

Nos últimos 28 anos, a Mata Atlântica perdeu 1.850.896 ha, ou 18.509 km2 – o equivalente à área de 12 cidades de São Paulo. Atualmente, restam apenas 8,5% de remanescentes florestais acima de 100 ha. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 ha, restam 12,5% dos 1,3 milhões de km2 originais.

Confira o total de desflorestamento na Mata Atlântica identificados pelo estudo em cada período (em hectares):

tabela1

Abaixo, gráfico do histórico do desmatamento desde 1985:

tabela2

Segundo Flávio Jorge Ponzoni, do INPE, os avanços tecnológicos têm permitido mais precisão nos levantamentos. “Mas, em razão da cobertura de nuvens, que prejudicam a captação de imagens via satélite, foram avaliados 87% da área total do bioma Mata Atlântica”.

Os dados completos e o relatório técnico poderão ser acessados nos sites www.sosma.org.br e www.inpe.br ou diretamente no servidor de mapas http://mapas.sosma.org.br.

 

Ranking dos Estados

A tabela a seguir indica os desflorestamentos, em hectares, somente das florestas nativas (sem contar mangue e restinga), observados no período 2012-2013, com comparativo e variação em relação ao período anterior (2011-2012):

 

desflorestamentos

 

Líderes do desmatamento

Minas Gerais é o Estado campeão do desmatamento pelo quinto ano consecutivo, com 8.437 ha de áreas destruídas, seguido do Piauí (6.633 ha), Bahia (4.777 ha) e Paraná (2.126 ha). Juntos, os quatro Estados são responsáveis por 92% do total dos desflorestamentos, o equivalente a 21.973 ha.

Apesar de liderar a lista, Minas apresentou redução de 22% na taxa de desmatamento, que em 2011-2012 foi de 10.752 ha. De acordo com Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, a queda é resultado de moratória que desde junho do ano passado impede a concessão de licenças e autorizações para supressão de vegetação nativa do bioma. A ação foi autorizada pelo Governo de Minas Gerais após solicitação da Fundação, apresentada em ofício protocolado em 10 de junho de 2013.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Estado criou uma força tarefa e recentemente apresentou o resultado de algumas iniciativas de enfrentamento ao desmate. Balanço premiliminar de uma operação de fiscalização realizada no Nordeste de Minas Gerais, região que lidera a destruição do bioma, indicou que serão aplicadas multas que superam R$ 2 milhões, além de 10.000 m3 de material apreendido e 16 pessoas presas.

“Consideradas as médias mensais de desmatamento em Minas, tivemos uma redução de 64% no ritmo dos desfloramentos após o anúncio da moratória, que passou de 960 ha para 344 ha por mês. A resposta do governo foi positiva, mas os índices ainda são os maiores do país e há muito trabalho a ser feito, não só para conter o desmatamento, mas para restaurar e recuperar essa floresta“, observa a diretora.

Desmatamento em alta

Em segundo lugar no ranking, o Piauí, mapeado pela primeira vez no levantamento apresentado no ano passado, surpreendeu negativamente com a marca de 6.633 ha de áreas suprimidas, um aumento de 150% em relação aos índices registrados no período 2011-2012 (2.658 ha).

No período, o maior desmatamento da Mata Atlântica foi numa área que atinge dois municípios do Piauí, Manoel Emídio e Alvorada do Gurguéia, com um total de 5.624 ha – sendo 3.164 ha no primeiro e 2.460 ha no segundo.

Coincidentemente, a produção agrícola do Piauí cresceu 135,3% em relação ao ano anterior e a área plantada teve aumento de 23%, passando de 1,118 milhão de ha em 2013 para 1,383 milhão de ha em 2014. Dados do IBGE apontam que o Estado terá uma produção em 2014 de 3,671 milhões de toneladas de grãos contra a produção de 1,560 milhão de toneladas produzidas em 2013.

“Em apenas um ano, o Piauí mais que duplicou as áreas desmatadas de Mata Atlântica, o que é muito preocupante. Portanto, enviaremos os dados ao Governo do Estado e ao Ministério Público local para que averiguem a situação e tomem as providências necessárias”, afirma Marcia Hirota.

A Bahia, terceiro Estado que mais desmatou o bioma no último ano, perdeu 4.777 ha, um aumento de 6% em relação aos 4.516 ha do período anterior.

Em quarto lugar no ranking, o Paraná teve uma perda de 2.126 ha de floresta nativa. Se comparado aos 2.011 ha suprimidos no ano anterior, o aumento foi de 6%. Lá, os principais focos de desmate aconteceram na região centro-sul, áreas de araucária que já registraram grandes índices de desflorestamento no passado.

Outro destaque negativo é o caso do Mato Grosso do Sul, que registrou 568 ha de desflorestamento, o que rendeu a ele o 6º lugar no ranking, logo atrás de Santa Cartarina (672 ha). Houve um aumento de 1.049% em relação ao último levantamento. Na versão 2012-2013 do Atlas, o Estado havia registrado uma redução de 92% no desmate, com 49 ha de florestas suprimidas.

Já os destaques positivos são São Paulo, Alagoas, Espírito Santo e Rio de Janeiro, que tiveram redução de desmatamento de 51%, 88%, 43% e 72%, respectivamente.

Efeito formiga

Marcia Hirota explica que nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro – que apresentaram baixos índices de desmatamento – a preocupação é com o chamado “efeito formiga“. “Não há mais desmatamentos de grandes proporções, mas eles ainda acontecem para expansão de moradias e infraestrutura. Só não aparecem no nosso levantamento porque são áreas menores de 3 ha“, diz ela.

Para Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, é imprescindível que todos os municípios façam seus Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), que reúnem e normatizam os elementos necessários à proteção, conservação, recuperação e uso sustentável da Mata Atlântica.

“O Plano traz benefícios para a gestão ambiental e o planejamento do município. Quando o município faz o mapeamento das áreas verdes e indica como elas serão administradas – por exemplo, se vão virar um parque ou uma área de proteção ambiental – fica muito mais fácil conduzir processos como o de licenciamento de empreendimentos. Além disso, é uma legislação que coloca o município muito mais próximo do cidadão, porque também estamos falando em qualidade de vida”, destaca.

Mangue e Restinga

No período de 2012 a 2013 não foi identificada, pela escala adotada, supressão da vegetação de mangue. Na Mata Atlântica as áreas de manguezais correspondem a 231.051 ha.

Bahia (62.638 ha), Paraná (33.403 ha), São Paulo (25.891 ha) e Sergipe (22.959 ha) são os Estados que possuem as maiores extensões de mangue.

Já a supressão de vegetação de restinga foi de 806 ha, uma redução de 48% em relação aos 1.544 ha identificados no período anterior. O maior desmatamento ocorreu no Ceará, com 494 ha, principalmente nos municípios de Trairi, Amontoada e Aquiraz, com 259 ha, 71 ha e 57 ha de supressão respectivamente. No Rio de Janeiro foram identificados 106 ha e no Paraná 94 ha.

A vegetação de restinga na Mata Atlântica equivale a 641.284 ha. São Paulo possui a maior extensão (206.698 ha), seguido do Paraná (99.876 ha) e Santa Catarina (76.016 ha).

 

Mapa da Área da Aplicação da Lei no 11.428

Desde sua quinta edição, de 2005-2008, o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica considera os limites do bioma Mata Atlântica tendo como base o Mapa da Área da Aplicação da Lei nº 11.428, de 2006. A utilização dos novos limites para os biomas brasileiros implicou na mudança da área total, da área de cada Estado, do total de municípios e da porcentagem de Mata Atlântica e de remanescentes em cada uma destas localidades.

A Mata Atlântica está distribuída ao longo da costa atlântica do país, atingindo áreas da Argentina e do Paraguai nas regiões Sudeste e Sul. De acordo com o Mapa da Área de Aplicação da Lei nº 11.428, a Mata Atlântica abrangia originalmente 1.309.736 km2 no território brasileiro. Seus limites originais contemplavam áreas em 17 Estados: PI, CE, RN, PE, PB, SE, AL, BA, ES, MG, GO, RJ, MS, SP, PR, SC e RS.

Nessa extensa área, vivem atualmente mais de 69% da população brasileira.

Histórico

O Atlas dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados do Bioma Mata Atlântica, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica e o INPE, órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, representa um grande subsídio para a compreensão da situação em que se encontra a Mata Atlântica.

O primeiro mapeamento, publicado em 1990, com a participação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), teve o mérito de ser um trabalho inédito sobre a área original e a distribuição espacial dos remanescentes florestais da Mata Atlântica e tornou-se referência para pesquisa científica e para o movimento ambientalista. Foi desenvolvido em escala 1:1.000.000.

Em 1991, a SOS Mata Atlântica e o INPE deram início a um mapeamento em escala 1:250.000, analisando a ação humana sobre os remanescentes florestais e nas vegetações de mangue e de restinga entre 1985 a 1990. Publicado em 1992/93, o trabalho avaliou a situação da Mata Atlântica em dez Estados: Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que apresentavam a maior concentração de áreas preservadas. Os Estados do Nordeste não puderam ser avaliados pela dificuldade de obtenção de imagens de satélite sem cobertura de nuvens.

Um novo lançamento ocorreu em 1998, desta vez cobrindo o período de 1990-1995, com a digitalização dos limites das fisionomias vegetais da Mata Atlântica e de algumas Unidades de Conservação federais e estaduais, elaborada em parceria com o Instituto Socioambiental (ISA).

Entre o período de 1995-2000, fez-se uso de imagens TM/Landsat 5 ou ETM+/Landsat 7 em formato digital, analisadas diretamente em tela de computador, permitindo a ampliação da escala de mapeamento para 1:50.000 e, consequentemente, a redução da área mínima mapeada para 10 ha. No levantamento anterior, foram avaliadas as áreas acima de 25 hectares. Os resultados revelaram novamente a situação da Mata Atlântica em 10 dos 17 Estados: a totalidade das áreas do bioma Mata Atlântica de Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; e áreas parciais da Bahia.

Em 2004, a SOS Mata Atlântica e o INPE lançaram o Atlas dos Municípios da Mata Atlântica, de forma a fornecer instrumentos para o conhecimento, o monitoramento e o controle para atuação local. A partir desse estudo, cada cidadão pode ter fácil acesso aos mapas e atuar em favor da proteção e conservação deste conjunto de ecossistemas. O desenvolvimento da ferramenta de publicação dos mapas na internet foi realizado pela ArcPlan, utilizando tecnologia do MapServer (Universidade de Minnesota), com acesso nosportaiswww.sosma.org.br e www.dsr.inpe.br.

Ao final de 2004, as duas organizações iniciaram a atualização dos dados para o período de 2000 a 2005. Esta edição também foi marcada por aprimoramentos metodológicos e novamente foram revistos os critérios de mapeamento, dentre os quais se destaca a adoção do aplicativo ArcGis 9.0, que permitiu a visualização rápida e simplificada do território de cada Estado contido no bioma. Isto facilitou e deu maior segurança nos trabalhos de revisão e de articulação da interpretação entre os limites das cartas topográficas.

A quarta edição do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica apresentou dados atualizados em 13 Estados abrangidos pelo bioma (PE, AL, SE, BA, GO, MS, MG, ES, RJ, SP, PR, SC, RS). Um relatório mostrou a metodologia e os resultados quantitativos da situação dos remanescentes da Mata Atlântica desses Estados e os desflorestamentos ocorridos no período de 2000-2005. Essa fase manteve a escala 1:50.000, e passou a identificar áreas acima de três hectares e o relatório técnico, bem como as estatísticas e os mapas, imagens, fotos de campo, arquivos em formato vetorial e dados dos remanescentes florestais, por município, Estado, Unidade de Conservação, bacia hidrográfica e corredor de biodiversidade.

Em 2008, foram divulgados os números atualizados a partir de análises da 4ª edição do Atlas, incluindo os Estados de Bahia, Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco e Sergipe que, somados ao mapeamento dos Estados de Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, gerados pela ONG Sociedade Nordestina de Ecologia, totalizam 16 dos 17 Estados onde o bioma ocorre, ou 98% de Mata Atlântica.

Em 2009, o Atlas trouxe os números do desmatamento com dados atualizados, até maio de 2009, em 10 Estados abrangidos pelo bioma (BA, GO, MS, MG, ES, RJ, SP, PR, SC, RS). Essa edição apresentou a metodologia e os resultados quantitativos da situação dos remanescentes da Mata Atlântica ocorridos nessas regiões no período de 2005-2008.

Em 2010, a quinta edição do estudo trouxe dados atualizados de 9 Estados abrangidos pelo bioma: GO, MS, MG, ES, RJ, SP, PR, SC, RS. O documento apresentou, sinteticamente, a metodologia atual, os mapas e as estatísticas globais e por Estado. O mapeamento utilizou imagens do satélite Landsat 5 que leva a bordo o sensor Thematic Mapper.

O levantamento de 2011, ano em que a Fundação SOS Mata Atlântica comemorou seu 25º aniversário, foi apresentado o estudo mais abrangente sobre os remanescentes da Mata Atlântica, com a situação de 16 dos 17 Estados, no período de 2008 a 2010.

Em 2012, a sétima edição do estudo trouxe dados atualizados de dez Estados abrangidos pelo bioma: BA, GO, MS, MG, ES, RJ, SP, PR, SC, RS. O documento apresentou, sinteticamente, a metodologia atual, os mapas e as estatísticas globais, por Estado e municípios.

A versão de 2013 do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica abrangiu todos os 17 Estados (AL, BA, CE, ES, PI, GO, MS, MG, RJ, SP, PB, PE, PR, SC, SE, RN, RS). O Piauí foi incluído pela primeira vez após a realização do trabalho de campo para identificação dos remanescentes florestais e o lançamento da carta 1:1.000.000 de Vegetação da Folha SC.23 – Rio São Francisco. Volume 36 da Série Levantamento de Recursos Naturais – RADAMBRASIL pelo IBGE, confirmando a ocorrência da Floresta Estacional Decidual. Os dados dos Estados do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, gerados pela Sociedade Nordestina de Ecologia (SNE), anos base 2000 e 2004 e de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, que têm como ano base 2005, foram atualizados para este período, na medida da obtenção das imagens com qualidade e baixa cobertura de nuvens.

A edição do ano passado marcou também a inclusão de novas classes que serão monitoradas pelo Atlas, tais como Campos de Altitude Naturais, Refúgios Vegetacionais, Áreas de Várzea e Dunas, que são formações naturais não florestais mas essenciais para manutenção do ambiente natural e biodiversidade em suas áreas de ocorrência. Os levantamentos estão em curso e um mapa preliminar do Bioma Mata Atlântica já foi elaborado e apresentado nesta edição.

 

Fonte: https://www.sosma.org.br/17811/divulgados-novos-dados-sobre-o-desmatamento-da-mata-atlantica/#sthash.b9vL2Mt9.dpuf

DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE

Em comemoração ao Dia Internacional da Biodiversidade (22 de maio), o Parque da Biodiversidade realiza atividades especiais com os alunos das escolas municipais (roteiro educador).

As atividades iniciarão a partir das 08h30 e será apresentado o contexto da data, seguido de vídeo sobre a importância das abelhas no processo de manutenção da biodiversidade. Os participantes participarão de oficina de iscas de abelhas, seguido da trilha 01, onde terão a oportunidade de espalhar as iscas em ponto estratégico, visando novas colmeias de abelhas nativas. O roteiro de atividades deve se estender até às 11h00.

No período da tarde, com outra turma, a partir das 14h00, será repetida a apresentação e contextualização seguida de plantio de mudas na área do meliponário, servindo como atrativos para as abelhas, oferecendo futuras flores e sombra, que contribuirão para a manutenção do projeto de meliponário. Como complemento da atividade, será realizada trilha com enfoque nos diversos elementos da biodiversidade. As atividades devem ocorrer até às 16h00.

O Parque da Biodiversidade localiza-se à Avenida Itavuvu, nº 11500, bairro Altos do Itavuvu (próximo ao Parque Tecnológico). Informações e agendamento parquebio@portalideas.org.br.

DIA DA MATA ATLÂNTICA

O dia 27 de Maio é definido como Dia da Mata Atlântica. O Parque da biodiversidade, exemplo da diversidade e riqueza ambiental do bioma, comemora a data por meio de um roteiro especial com exposições e atividades.

Com início às 08h30, os visitantes terão acesso à Exposição do Dia Mundial das Aves Migratórias (08 de março), além das exibições do Concurso Fotográfico e do Concurso do Meio Ambiente, realizadas no mesmo mês. Em seguida, será realizada uma apresentação mostrando o perfil do bioma e comparando-o a outros, fazendo reconhecimento de espécies nativas de flora e listando os principais representantes da fauna (ênfase nos que correm perigo de extinção). Após a apresentação e com conhecimento mais amplo, os participantes farão uma trilha “Recuperação e Manejo”, e ver de perto a biodiversidade característica, aproveitando o fato do Parque se encontrar em área de transição entre Mata Atlântica e Cerrado para fazer comparações. Como encerramento das atividades, os monitores auxiliarão os participantes no plantio de mudas nativas da Mata Atlântica, dando continuidade ao trabalho de recuperação realizado no Parque e observando o desenvolvimento dos plantios anteriores. As atividades devem ocorrer até 12h00.

O Parque da Biodiversidade localiza-se à Avenida Itavuvu, nº 11.500, bairro Altos do Itavuvu, Sorocaba – SP e é aberto ao público de terça-feira a domingo das 08:00 às 17:00 horas. Para mais informações, entre em contato através do endereço parquebio@portalideas.org.br.

DIA MUNDIAL DAS AVES MIGRATÓRIAS

O número de aves migratórias, que funciona como importante indicador ambiental, vem diminuindo significativamente como consequência das mudanças ambientais. Assim, o PNUA (Programas das Nações Unidas para o Ambiente) assinala 8 de maio como o Dia Mundial das Aves Migratórias.

Em comemoração à data, o Parque da Biodiversidade recebe exposição fotográfica “Migrações: Pequenos viajantes de nosso grande planeta”, do fotógrafo João Quental. Através das imagens, os participantes poderão conhecer um pouco mais sobre as aves com comportamentos migratórios.

A exposição estará disponível durante todo o mês e o Parque é aberto ao público de terça a domingo, das 08h00 às 17h00.

O Parque da Biodiversidade localiza-se à Avenida Itavuvu, nº 11500, bairro Altos do Itavuvu (próximo ao Parque Tecnológico). Informações e agendamento parquebio@portalideas.org.br.

Encontro em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente

O popular evento em comemoração ao dia do meio ambiente aconteceu em 14/06, onde as entidades parceiras composta por APTA – Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, SABESP, Casa de Combate ao Câncer, ICMBio, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Vigilância Epidemiológica, Sítio de Voo Pico das Conchas, Prefeitura Municipal de Capão Bonito, Redes, Parque Estadual intervales e IDEAS estiveram reunidos na Praça Central da cidade de Capão Bonito.

A população participou ativamente, visitando os stands, inclusive houve algumas dinâmicas com os participantes como a calculadora da Pegada Ecológica, onde, utilizou-se dos parâmetros da WWF para levantar quantos planetas Terra são necessários para manter o estilo de vida atual. Como resultado da pesquisa com os participantes do evento, foi identificado que são necessários entre 2 e 3 planetas para manter no estilo de vida.

O evento proporcionou também a apresentação de vídeos dos parques naturais e sítio de turismo da região, distribuição de mudas nativas, conscientização quanto ao combate e prevenção ao Mosquito da Dengue e ainda degustação de frutas produzidas na região, além da possibilidade de realizar a aquisição de artesanatos em prol as entidades municipais.

Este evento foi mais um sucesso, com a participação ativa da comunidade, contribuindo com sua opinião e conhecendo as atividades desenvolvidas pelas entidades na região e também é o palco para que aconteça um diálogo entre as partes.

Agradecemos a todos pela participação, em especial, as entidades que estiveram expondo seus trabalhos, Prefeitura municipal e secretarias pelo apoio e colaboração.

Parque Estadual Intervales – 05/06/2014

Dia Mundial do Meio Ambiente 2014 Visita ao Parque Intervales 005Trilha Monitorada com 50 jovens de Ribeirão Grande, participantes dos projetos Ação e Força Jovem.

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, no dia 05 de Junho o IDEAS – Instituto de Desenvolvimento Ambiental Sustentável desenvolveu atividades em Ribeirão Grande , em parceria com o Parque Estadual Intervales e o Departamento de Assistência da Prefeitura de Ribeirão Grande/SP, atendendo a jovens participantes do Programa Social Força e Ação Jovem.

As atividades de Educação Ambiental foram desenvolvidas pelas técnicas Cristina Beatriz e Lucilene Camargo, ambas do IDEAS. Nessa atividade os jovens degustaram de um cardápio de atividades, onde, antes de iniciar as atividades, chamamos a atenção quanto à importância da Unidade de Conservação para a região, suas principais atividades e ainda, destacamos a visita de alunos, turistas e pesquisadores de todo o país e até de público internacional vindos de outros continentes para conhecer a nossa biodiversidade.

Posteriormente os alunos foram conduzidos à trilha autoguiada, onde puderam sentir como é estar dentro da floresta, notaram o aroma, os diversos tipos de solo, as espécies de árvores com destaque ao Palmito Jussara, espécie de valor inestimável que está em extinção e alvo de preservação continua. Além disso, os jovens conheceram a infraestrutura para a recepção de visitantes as pousadas onça pintada, esquilo e pica-pau e os outros atrativos no decorrer da trilha como a Castelo de Pedra e o Morro do Cruzeiro.

Durante a trilha, foram abordados diversos temas de educação ambiental como preservação, reciclagem, consumo, desperdício, reutilização, água, entre outros, na iniciativa de realizar uma provocação permitindo a formação de opinião quanto ao nosso meio ambiente, na intenção de sensibilizar e despertar o sentimento de pertencimento ao nosso ambiente e ao futuro do planeta.
Este trabalho foi realizado devido ao apoio da Secretaria da Promoção Social de Ribeirão Grande que disponibilizou ônibus e lanche para os jovens, ainda a colaboração do Parque Intervales, mas, tudo iniciado graças ao convite do CRAS ao IDEAS, para que pudéssemos realizar atividades com os jovens em comemoração a esta data especial.

CINEMA SUSTENTÁVEL em CAPÃO BONITO E RIBEIRÃO GRANDE

Projeto pioneiro no país, o CINESOLAR realizou sessão gratuita de cinema e oficina de sustentabilidade nos dias 20 e 21 de maio em Capão Bonito e Ribeirão Grande.

Através do apoio do IDEAS – Instituto de Desenvolvimento Ambiental Sustentável e Prefeituras Municipais, nos próximos dias, Capão Bonito e Ribeirão Grande receberam o CINESOLAR, primeiro cinema itinerante sustentável do Brasil. Foi exibido aos participantes “Saneamento Básico – O Filme”, de Jorge Furtado. Antes da sessão, a iniciativa promoveu a oficina de sustentabilidade para estudantes.

cine_solarcine_solar2 cine_solar3

Primeiro cinema sustentável do Brasil chega a Capão Bonito e Ribeirão Grande

Projeto pioneiro no país, o CINESOLAR realizará sessão gratuita de cinema e oficina de sustentabilidade no próximo dia 20 e 21

Através do apoio do IDEAS – Instituto de Desenvolvimento Ambiental Sustentável e Prefeituras Municipais, nos próximos dias, Capão Bonito e Ribeirão Grande receberão um convidado especial para agitar a agenda cultural: o CINESOLAR, primeiro cinema itinerante sustentável do Brasil. O projeto exibirá “Saneamento Básico – O Filme”, de Jorge Furtado, em Capão Bonito, na terça-feira (20), às 19h, na Paróquia São Paulo Apóstolo e em Ribeirão Grande na quarta-feira (21), às 19h, no centro da cidade. Antes da sessão, a iniciativa promoverá, no mesmo local, uma oficina de sustentabilidade para estudantes de uma escola da região. Todas as atividades serão gratuitas, mas somente o cinema será aberto ao público.

O CINESOLAR é uma estação móvel equipada com placas solares que possibilitam, através de um sistema conversor de energia solar para elétrica, a exibição de filmes e apresentações artísticas – tudo isso utilizando energia limpa e renovável. O diferencial desta iniciativa é que o próprio veículo possui toda a estrutura para realizar esse tipo de ações, desde cadeiras para o público até uma cabine de DJ.

“O CINESOLAR é mais que um cinema itinerante que funciona com energia renovável, é uma estação móvel de arte, sustentabilidade e cinema. Através deste projeto buscamos sensibilizar as pessoas para as questões relacionadas à sustentabilidade e à arte. Procuramos levar estes conceitos para diversos lugares, e apresentar o CINESOLAR como uma proposta prática de ação sustentável e de democratização do acesso à cultura”, diz Cynthia Alario, diretora da Brazucah Produções, responsável pelo projeto.

O circuito itinerante do CINESOLAR tem o patrocínio das empresas Votorantim Cimentos, Votorantim Energia e do Instituto Votorantim e chega a Capão Bonito, através da  Desde abril, várias cidades de São Paulo já receberam a programação cultural do projeto. Além das sessões de cinema com a exibição de curtas e longas-metragens, a estação móvel realiza oficinas de música orgânica, que reutilizam materiais para a confecção de instrumentos e a criação de músicas coletivamente.

Ao todo, vinte cidades receberão o CINESOLAR. As próximas serão: Pardinho, Cajamar, Ibiúna, São José do Rio Preto e Mirassol.

 

Agenda Capão Bonito

Oficina de música orgânica com o CINESOLAR (atividade fechada)

Quando? Terça-feira (20/05), às 15h30

Onde? Paróquia São Paulo Apóstolo (Av. Massaichi Kakihara, 75)

 

Sessão de cinema com o CINESOLAR (atividade aberta ao público)

 

Quando: Terça-feira (20/05), às 19h

Endereço: Paróquia São Paulo Apóstolo (Av. Massaichi Kakihara, 75)

Quanto: Entrada gratuita

 

Agenda Ribeirão Grande 

 

Oficina de música orgânica com o CINESOLAR (atividade fechada)

Quando? Quarta-feira, 21 de maio, às 15h30

Onde? Salão de Eventos (Rua Joaquim Vitorino de Proença, 75 – Centro)

 

Sessão de cinema com o CINESOLAR (atividade aberta ao público)

Quando: Quarta-feira, 21 de maio, às 19h

Endereço: Salão de Eventos (Rua Joaquim Vitorino de Proença, 75 – Centro)

Quanto: Entrada gratuita

 

Mais informações: www.facebook.com/cinesolar

 

SANEAMENTO BÁSICO – O FILME

A comunidade da Linha Cristal, uma pequena vila de descendentes de colonos italianos na Serra Gaúcha, reúne-se para tomar providências sobre a construção de uma fossa para o tratamento do esgoto da vila. Os moradores resolvem fazer um vídeo de ficção, ambientado nas obras de construção de uma fossa, com o único objetivo de usar a verba para as obras.

Gênero: Comédia

Direção e roteiro: Jorge Furtado

Elenco: Wagner Moura, Bruno Garcia, Camila Pitanga, Fernanda Torres, Lázaro Ramos, Paulo José, Tonico Pereira

Duração: 112 min

Classificação: Livre

 

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=I5yE1YPIZx0

 

Assessoria de Imprensa

Isabelle Pereira

(11) 3804-6345

brazucah@brazucah.com.br

Começa a contar o prazo para cadastramento no CAR

A partir de 6 de maio de 2014, data de publicação da Instrução Normativa n° 02 de 2014, do Ministério do Meio Ambiente, passa-se a contar o prazo de um ano para inscrição de todas as propriedades e posses rurais do país no Cadastro Ambiental Rural – CAR.

O CAR é a principal ferramenta prevista na nova lei ambiental para a conservação do meio ambiente e para a adequação ambiental de propriedades. Possibilitará um maior controle sobre o cumprimento da lei ambiental e auxiliará no cumprimento das metas nacionais e internacionais para manutenção de vegetação nativa e restauração ecológica de ecossistemas.

O CAR também facilitará a vida do proprietário rural que pretende obter licenças ambientais, pois a comprovação da regularidade da propriedade será feita por meio da inscrição e aprovação do CAR e o cumprimento no disposto no Programa de Regularização Ambiental, sem a necessidade de procedimentos anteriormente obrigatórios, como a averbação em matrícula de Reservas Legais no interior das propriedades.

No estado de São Paulo, o cadastramento já está sendo feito há mais de um ano, o que ofereceu às propriedades rurais paulistas mais tempo e tranquilidade para efetuar o cadastro, que é obrigatório. As informações do cadastro são declaratórias, de responsabilidade do proprietário ou possuidor rural, e farão parte do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural – o SiCAR, que ficará sob responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama.

 

Importante:

Todas as propriedades e posses rurais do estado de São Paulo devem se cadastrar somente pelo sistema de Cadastro Ambiental Paulista, o SiCAR-SP, acessado por meio deste portal. Não devem ser realizados cadastros de propriedades e posses paulistas por meio do software disponibilizado pelo Governo Federal.

 

Clique aqui para obter mais informações sobre o CAR.

 

Fonte: Site Sistema Ambiental Paulista